Deluz investe em nova sede em Santa Fé do Sul
A empresa passou a operar de um prédio de dois pisos, com almoxarifado maior, sala de reunião, recepção, copa e estacionamento próprio. A administração já soma mais de 30 colaboradores efetivos.
O que acontece nas frentes de serviço, nas unidades e nos programas da empresa.
A empresa passou a operar de um prédio de dois pisos, com almoxarifado maior, sala de reunião, recepção, copa e estacionamento próprio. A administração já soma mais de 30 colaboradores efetivos.
Painel ao vivo, rastreamento e inteligência artificial existem no setor elétrico — do outro lado do contrato. A Deluz montou o seu: o COI, Centro de Operação Integrada, em fase final de implantação e com prévia já apresentada à ISA Energia.
A máquina é de esteiras e o operador a comanda a pé, fora da zona de corte. Já está em área de torre, em acessos e em trechos de declive — e vem trazendo bons resultados.
Dois lotes de caminhonetes novas entram na operação. Na faixa de servidão, o veículo é o que leva equipe e equipamento até onde a estrada não chega.
Galho cortado não desaparece: vira combustível debaixo da linha. Os trituradores Timberwolf reduzem o volume no próprio local, e os basculantes tiram o que sobra.
Padronizar a linha de corte numa marca só não é preferência: é peça que serve em qualquer máquina, operador que treina uma vez e motosserra reserva no mesmo dia.
Dois dias de treinamento com os colaboradores da unidade, com fogo real: combate a princípio de incêndio, uso de extintor e procedimento de emergência.
Instrutor em cada praça, com a máquina na mão e o EPI de campo. O módulo a distância cumpriria a exigência — e não mostraria onde cada equipe precisa de reforço.
No workshop das contratadas de subtransmissão, em Sorocaba, a equipe foi chamada para apresentar — e não apenas para assistir.
Onde não há estrada até a torre, a equipe sobe de helicóptero — com o equipamento junto. O serviço executado é o mesmo; o que muda é o acesso.