Renovação da frota para as frentes de serviço
A Deluz recebeu dois lotes de caminhonetes novas, preparadas na sede, em Santa Fé do Sul (SP), antes de seguirem para as frentes de serviço.
Por que frota é assunto de operação
Faixa de servidão quase nunca tem estrada. O acesso é o que a própria equipe abriu, e o que chove desfaz. O veículo é o que leva gente, motosserra, combustível e água até um ponto que não aparece no mapa — e é o que traz todo mundo de volta no fim do dia.
Caminhonete velha não atrasa só a si mesma: para a frente inteira. Quem contrata supressão vegetal em linha de transmissão trabalha com janela de desligamento marcada, e uma janela perdida não se remarca para a semana seguinte.
Por isso a renovação da frota não é assunto administrativo. É capacidade de cumprir prazo.
O que chegou
São dois lotes, para usos diferentes.
As Ford Ranger brancas vieram emplacadas em sequência, sinal de lote único, e trazem a identificação da empresa e a marca uso exclusivo em serviço — o veículo é ferramenta de trabalho, e fica registrado que é.
As Fiat Strada pretas saíram da concessionária já plotadas, com a identificação visual completa: a marca da Deluz, a da concessionária atendida e o endereço do site. Veículo identificado em faixa de servidão não é enfeite. É o que permite a qualquer pessoa — morador, fiscal, equipe da contratante — saber de quem é aquele carro parado embaixo da linha, e a quem cobrar.
O que vem junto
Frota nova entra no mesmo programa de manutenção preventiva e nas mesmas regras de condução das demais. Trocar o veículo resolve a parte fácil do problema; a parte difícil é o que se faz com ele depois — e essa continua sendo checagem diária, manutenção em dia e motorista treinado.


